Jó 38.2

Quem é este que escurece os meus desígnios com palavras sem entendimento? (Jó 38.2 [ARA])

Nos capítulos 32 a 37 do livro de Jó lemos os 4 discursos do jovem Eliu, que traz argumentos diferentes dos outros 3 amigos. Foi correto em alguns pontos, mas em outros faz acusações injustas e não pertinentes.

No capítulo 38, Deus inicia sua confrontação às acusações feitas contra Ele ao responder a Jó mostrando sua grandeza como Criador em contraste à pequenez da criatura que, de forma arrogante, critica a Sabedoria e a Justiça de Deus.

Este versículo nos ensina:

  • Que o Senhor nos ouve;
  • Que o Senhor nos vê;
  • Que o Senhor tem Seus planos;
  • Que o Senhor é grande em conhecimento e em glória;
  • Que somos limitados;
  • Que podemos ser orgulhosos (arrogantes) sem percebermos;
  • Que, por isso, devemos fazer uma auto avaliação sincera.

Lemos em várias partes das Escrituras sobre falsos ensinos e erros de interpretação nos tempos bíblicos, normalmente entre escribas e fariseus e falsos mestres, mas estamos realmente atentos a este problema nos dias de hoje?

Parece-me que nos contentamos em aprender o necessário para ver o cisco nos olhos dos outros, mas fazemos vista grossa à trave no nosso olho (Lc. 6.42). É como se mantivéssemos brilhando a parte externa da nossa casa, mas descuidássemos de limpar por dentro. Será que saber apenas alguns versículos não parece com alguém que varre a sujeira pra debaixo do tapete?

Contribuem para erros doutrinários: ego elevado (“já sei disso”), pressa (“sou inteligente, entendo fácil”), preguiça (“já aprendo muito na EBD”), não dar prioridade (“não tenho tempo”), não querer (“a Bíblia é muito difícil”); além de outras formas de dizer que já sabe o bastante ou de não buscar ajuda. Tais atitudes são muito comuns e elevam o índice de analfabetismo bíblico.

Estudar a Bíblia é algo que demanda esforço, mas hoje temos sermões na internet, livros, a Bíblia de estudo de John MacArthur e inúmeros recursos. Contudo, parece que não queremos ter trabalho nem de perguntar se determinado autor ou pregador tem doutrina correta. Um excelente desafio seria dedicarmos tempo para a Bíblia, para conhecermos o que o Senhor nos revelou (Dt. 29.29b). Seria muito bom ouvir que somos nobres como os de Beréia (At. 17.11), que atentamente verificamos as Escrituras para avaliar nosso entendimento ou o que ouvimos.


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Leitura cronológica – 22/07 até 28/07

Plano anual de leitura cronológica

Data Leitura
22/07 Is. 46-48
23/07 Is. 49-51
24/07 Is. 52-54
25/07 Is. 55-57
26/07 Is. 58-60
27/07 Is. 61-63
28/07 Is. 64-66

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Leitura cronológica – 15/07 até 21/07

Plano anual de leitura cronológica

Data Leitura
15/07 Is. 25-27
16/07 Is. 28-30
17/07 Is. 31-33
18/07 Is. 34-36
19/07 Is. 37-39
20/07 Is. 40-42
21/07 Is. 43-45

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Leitura cronológica – 08/07 até 14/07

Plano anual de leitura cronológica

Data Leitura
08/07 Is. 04-06
09/07 Is. 07-09
10/07 Is. 10-12
11/07 Is. 13-15
12/07 Is. 16-18
13/07 Is. 19-21
14/07 Is. 22-24

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Leitura cronológica – 01/07 até 07/07

Plano anual de leitura cronológica

Data Leitura
01/07 2Rs. 15-17
02/07 Os. 01-04
03/07 Os. 05-07
04/07 Os. 08-10
05/07 Os. 11-14
06/07 2Rs. 18-19
07/07 Is. 01-03

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Leitura cronológica – 24/06 até 30/06

Plano anual de leitura cronológica

Data Leitura
24/06 2Rs. 07-10
25/06 2Rs. 11-14.20
26/06 Jl. 01-03
27/06 2Rs. 14.21-25
28/06 Jn. 01-04
29/06 2Rs. 14.26-29
30/06 Am. 01-03

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Filipenses 4.6

Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. (Filipenses 4.6 [NVI])

No capítulo 3 da epístola aos Filipenses, Paulo faz um contraste entre os “que só se preocupam com as coisas terrenas” (v.19) e os cuja “pátria está nos céus” (v.20).

Em Filipenses 4 temos algumas lembranças a respeito de que Cristo é o nosso motivo de união (v.2), alegria (v.4), tranquilidade (v.6-7) e suficiência (v.10-13).

Este versículo nos ensina:

  • Que devemos controlar nossos desejos e aflições;
  • Que nada deve tomar o controle de nossa mente;
  • Que devemos nos relacionar com Deus;
  • Que a oração é uma forma de apresentar-nos perante Deus;
  • Que podemos levar nossos requerimentos perante Deus;
  • Que mostramos humildade e submissão ao levarmos nossas necessi-dades perante Aquele que pode nos conceder favor;
  • Que, independente da necessidade, devemos ser gratos e mostrar nossa gratidão a Deus.

A oração é um meio eficiente de comunicação com Deus, é também uma forma de relacionamento. Podemos ver que Ana entendeu porque orar quando diz em 1 Sm. 1.15: “eu estava derramando minha alma diante do Senhor”. E em outro momento: “o Senhor concedeu-me o pedido” (1 Sm. 1.27).

É em oração que expressamos nosso entendimento sobre o que Deus é para nós, se Ele está no lugar certo e é adorado da maneira correta. É através da oração que nos posicionamos de uma forma humilde como servos que dependem do seu Senhor para conseguir que nossas petições sejam ouvidas e atendidas.

Devemos ter um detalhe em mente: um servo busca fazer o que pode para agradar a seu senhor; portanto, ao apresentarmos nossas necessidades e dirigirmos nossas súplicas a Deus, precisamos lembrar que aquilo que pedimos deve considerar a boa, agradável e perfeita vontade do Senhor (Rm. 12.2).

Se você diz que Deus é o Senhor da sua vida, pense nisso: 1-A sua petição está submissa à vontade dEle? 2-Você tem tido tempo de “conversar” com Ele? 3-Por que não mostrar seu interesse em ter um relacionamento íntimo com Ele?


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